Quero uma poesia meio purê de batatas
Sem nabo nem choro, quiabo nem vela!
A quantos nós vão os versos que desatas?
Faça logo, a óleo, giz, recorte ou aquarela
Traga-me já, para ontem, que dure amanhã
(mas a manhã inteira e um pouco mais tarde)
Prefiro madura, mas já aceito verde-maçã!
As palavras às vezes fazem greve geral e partem para o golpe militar tão logo lhes damos o benefício de um ócio criativo.
É possível que a palavra nunca venha a ser nossa.
Pure de batatas, han!?!;)
Obrigada! E tenho dito.
Sucrilhos… eu nunca mais senti vontade de sucrilhos.
Adorei!
Beijo,
Doce de Lira