Co-Romper!

 

Quero uma poesia meio purê de batatas

Sem nabo nem choro, quiabo nem vela!

A quantos nós vão os versos que desatas?

Faça logo, a óleo, giz, recorte ou aquarela

Traga-me já, para ontem, que dure amanhã

(mas a manhã inteira e um pouco mais tarde)

Prefiro madura, mas já aceito verde-maçã!

As palavras às vezes fazem greve geral e partem para o golpe militar tão logo lhes damos o benefício de um ócio criativo.

Publicado em: às terça-feira, 1 fevereiro, 2011 em 21:55  Comentários (3)  

O URI para trackback desta entrada é: http://algum.wordpress.com/2011/02/01/co-romper/trackback/

Feed RSS para comentários sobre este post.

3 ComentáriosDeixe um comentário

  1. É possível que a palavra nunca venha a ser nossa.

  2. Pure de batatas, han!?!;)
    Obrigada! E tenho dito.
    Sucrilhos… eu nunca mais senti vontade de sucrilhos.

  3. Adorei!

    Beijo,
    Doce de Lira


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.