Co-Romper!

 

Quero uma poesia meio purê de batatas

Sem nabo nem choro, quiabo nem vela!

A quantos nós vão os versos que desatas?

Faça logo, a óleo, giz, recorte ou aquarela

Traga-me já, para ontem, que dure amanhã

(mas a manhã inteira e um pouco mais tarde)

Prefiro madura, mas já aceito verde-maçã!

As palavras às vezes fazem greve geral e partem para o golpe militar tão logo lhes damos o benefício de um ócio criativo.

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Published in: on terça-feira, 1 fevereiro, 2011 at 21:55  Comments (3)